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Artigos, Destaques, Notícias › 06/04/2023

Uma reflexão sobre a Semana Santa: a graça do assombro

Nesta semana reviveremos alguns momentos da vida de Cristo de forma mais intensa, que serão uma bonita oportunidade para meditarmos e contemplarmos a sua vida, morte e ressurreição.

E para isso, quero trazer a você algumas palavras do Papa Francisco para refletirmos sobre esta Semana Santa.

“Passamos da alegria de acolher Jesus, que entra em Jerusalém, à tristeza de O ver condenado à morte e crucificado. É uma atitude interior que nos acompanhará ao longo do Tríduo Pascal.

O povo acolhe Jesus solenemente, mas Ele entra em Jerusalém num jumentinho. O seu povo espera celebrar a vitória sobre os romanos com a espada, mas Jesus vem celebrar a vitória de Deus com a cruz. Que se passou com aquele povo que, em poucos dias, passou dos ‘hosanas’ a Jesus ao grito ‘crucifica-o’? Aquelas pessoas seguiam mais uma imagem de Messias do que o Messias. Admiravam Jesus, mas não estavam prontas para se deixar surpreender por Ele.

Também hoje há muitos que admiram Jesus: falou bem, amou e perdoou, o seu exemplo mudou a história… Admiram-no, mas a vida deles não muda. Porque não basta admirar Jesus; é preciso segui-lo no seu caminho, deixar-se interpelar por Ele: passar da admiração à surpresa.

Qual é o aspecto do Senhor e da sua Páscoa que mais nos surpreende? É o fato de Jesus chegar à glória pelo caminho da humilhação. Triunfa acolhendo a dor e a morte, que nós, voltados à admiração e ao sucesso, evitaríamos.

Isso surpreende. Ver o Onipotente reduzido a nada; vê-lo, Palavra que sabe tudo, ensinar-nos em silêncio na cátedra da cruz; ver o Rei dos reis que, por trono, tem um patíbulo; ver o Deus do universo despojado de tudo; vê-lo coroado de espinhos em vez de glória; vê-lo, bondade em pessoa, ser insultado e vexado.

Jesus sofreu essa humilhação para tocar até ao fundo a realidade humana, para atravessar toda a existência do homem, todo o mal; para Se aproximar de nós e não nos deixar sozinhos no sofrimento e na morte; para nos recuperar, para nos salvar.

Jesus sobe à cruz para descer ao nosso sofrimento. Prova os nossos piores estados de ânimo: o falimento, a rejeição geral, a traição do amigo e até o abandono de Deus. Experimenta na sua carne as nossas contradições mais dilacerantes e, assim, as redime e transforma. O seu amor aproxima-se das nossas fragilidades, chega até onde mais nos envergonhamos.

Agora sabemos que não estamos sozinhos. Deus está conosco em cada ferida, em cada susto: nenhum mal, nenhum pecado tem a última palavra. Deus vence, mas a palma da vitória passa pelo madeiro da cruz. Por isso, os ramos e a cruz estão juntos.

Peçamos a graça do assombro. A vida cristã, sem surpresa, torna-se cinzenta. Como se pode testemunhar a alegria de ter encontrado Jesus, se não nos deixamos surpreender cada dia pelo seu amor espantoso, que nos perdoa e faz recomeçar?

Se a fé perde o assombro, torna-se surda: já não sente a maravilha da graça, deixa de sentir o gosto do Pão da vida e da Palavra, fica sem perceber a beleza dos irmãos e o dom da criação. O Espírito Santo é aquele que dá essa graça do assombro, convidando a recomeçar do espanto, a olhar para o Crucificado.

No Crucificado, vemos Deus humilhado, o Onipotente reduzido a um descartado. E, com a graça do assombro, compreendemos que, acolhendo quem é descartado, aproximando-nos de quem é humilhado pela vida, amamos Jesus, porque Ele está nos últimos, nos rejeitados.

O ícone mais belo da surpresa narrado no Evangelho do dia: a cena do centurião, que, ao vê-lo expirar daquela maneira, disse: ‘Verdadeiramente este homem era Filho de Deus!’.

Hoje, Deus ainda surpreende a nossa mente e o nosso coração. Deixemos que nos impregne este assombro, olhemos para o Crucificado e digamos também nós: ‘Vós sois verdadeiramente Filho de Deus. Vós sois o meu Deus’”.

Que possamos erguer o olhar para a cruz e viver intensamente o sentimento de gratidão a Deus por nos enviar seu Filho e nos revelar seu amor por nós. E que a glória da Ressurreição de Jesus seja a nossa esperança e a certeza de que, um dia, também estaremos com Ele.

Uma santa Páscoa para você!

 

Angélica Cunha

Assessoria de Comunicação e Marketing

Fontes de pesquisa:

https://www.vatican.va

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