Artigos, Destaques, Notícias › 01/11/2017

O DESAFIO DE SER CRISTÃO NA ÁSIA

Viver em culturas diversas com religiões diferentes, supõe uma convivência humana que alicerçada no diálogo e na compreensão mútua. Somente assim a paz poderá ser experimentada em sociedades tão plurais.
Neste mês de novembro, o Papa Francisco destaca a importância de promover a convivência e o respeito mútuo entre os fiéis das diferentes religiões no Continente Asiático. É um apelo especialmente relevante em um continente que conta com mais de 141 milhões de católicos em seus 48 países, mas onde ainda existem regiões em que ser cristão pode representar riscos e perseguições.
Entre os países com maior percentual de cristãos, Timor Leste e Filipinas destacam-se com 93% de sua população, e o Líbano com 40%. Além disso, muitas dessas nações têm sido o berço de diferentes santos. Por exemplo, os mártires da Indochina, no Vietnã; São Pedro Calúñgsod, São Lorenzo Ruiz e São Jacobo Kyushei, nas Filipinas; São Andrew Kim, Santa Anna Pak Agi e colegas mártires; os santos Pedro e Águeda Yi e Seung-hun Yi, na Coreia do Sul.
Para o Papa Francisco “o que mais impressiona na Ásia é a variedade de suas populações, herdeiras de culturas antigas, religiões e tradições.

Por isso mesmo, “devemos promover o diálogo entre religiões e culturas; é uma parte essencial da missão da Igreja na Ásia”.

Na Exortação Apostólica “A Igreja na Ásia”, o Papa João Paulo II, diz que “uma vez que Jesus nasceu, viveu, morreu e ressuscitou dos mortos na Terra Santa, esta pequena porção da Ásia Ocidental tornou-se uma terra de promessa e de esperança para todo o gênero humano. Jesus conheceu e amou esta terra. Assumiu como próprios a história, os sofrimentos e as esperanças do seu povo”.

Rezemos, pois, pelo desafio que nos propõe a Igreja neste mês: “pelos cristãos da Ásia, para que favoreçam o diálogo, a paz e a compreensão mútua, especialmente com aqueles que pertencem a outras religiões”.

 

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